
Hoje, resolvi oferecer-me rosas, a mim própria.
Fui ao quintal da minha mãe e olhei para elas, com olhos de quem aprecia toda a beleza que elas sempre tiveram.
Achei que, de alguma forma, elas falaram comigo.
Disseram-me que eu estava feliz, alegre, com um sorriso de orelha a orelha, ... que já não me viam assim há muito, muito tempo.
Apetecia-me ficar ali, com elas, a conversar mas senti que elas se convidaram a vir comigo.
Então, eu trouxe-as. Um ramo que abracei.
Em casa, dei-lhes um lugar e uma forma: solta, livre, um tanto desalinhada, assimétrica, talvez mas foi assim que me apeteceu, porque é assim que me sinto: livre, solta, desalinhada mas, gostosamente feliz.
Fui ao quintal da minha mãe e olhei para elas, com olhos de quem aprecia toda a beleza que elas sempre tiveram.
Achei que, de alguma forma, elas falaram comigo.
Disseram-me que eu estava feliz, alegre, com um sorriso de orelha a orelha, ... que já não me viam assim há muito, muito tempo.
Apetecia-me ficar ali, com elas, a conversar mas senti que elas se convidaram a vir comigo.
Então, eu trouxe-as. Um ramo que abracei.
Em casa, dei-lhes um lugar e uma forma: solta, livre, um tanto desalinhada, assimétrica, talvez mas foi assim que me apeteceu, porque é assim que me sinto: livre, solta, desalinhada mas, gostosamente feliz.

