Onde estão as tuas mãos?
Aquelas mãos que me pegavam no rosto,
o seguravam ... docemente,
muito docemente
e o mantinham imóvel,
meticulosamente imóvel,
até que nossas bocas se unissem!?
Onde estão as tuas mãos?
Aquelas mãos que me tocavam a cintura,
uma de cada lado, preguiçosas,
enquanto um segredo
era largado no meu ouvido,
quase inaudível,
mais beijo que segredo!?
Por onde andam essas tuas mãos?
Que destinos encontraram?
Que formas tomaram?
Que morte lhes bateu,
que já não sabem tocar,
As tuas mãos?
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