A descoberta que nunca tive coragem para admitir:

Não acredites em quem apregoa o amor; acredita antes em quem o pratica!

Wednesday, June 13, 2007

Baptismo



Não, esta não sou eu.

Contudo, muito em breve, podereis ver-me assim, de máscara, a espreitar por trás de uma qualquer rocha, fazendo festas a um peixe que me deixe fazer-lhe festas.

Acredito que nem todos os peixes estarão para aí virados mas, sempre haverá algum que não se importe, que não se assuste comigo, que perceba que sou inofensiva.

No passado domingo fiz o meu primeiro mergulho no mar. Quinze metros de profundidade.

Que diferença!
Se me assustei?

Ah, sim, um pouco. Pensar que havia tanta água por cima de mim e que não podia, acima de tudo, falhar na subida, foi um pouquinho assustador. As leis da Física não podem ser esquecidas. Para baixo todos os santos ajudam, já para cima, há que ter muito cuidado.

Foi para isto que andei a aprender Física, ou antes, a relembrar aquilo que já tinha aprendido.

Se conseguir vencer todas as etapas tenho vontade de partir para outra: a fotografia. Fotografar debaixo de água.


Friday, June 8, 2007

Mar em fogo



A minha alma sobrevive


Como pássaro aterrado,
a minha alma navega num mar de fogo persistente,
numa busca desesperada por um hiato de calmaria.

O pior e o melhor das coisas

Uma corda.
Existe um ser diferente dentro de mim.
Um ser que luta diariamente sem saber muito bem por quê.
É como se existisse uma corda e, em cada ponta, esse ser tivesse uma das suas mãos.
Cada uma das mãos esforça-se por superar a outra, com uma força titânica.
O mais certo é a corda rebentar se as duas forças forem persistentes e contínuas.
O ideal seria que uma delas cedesse.
Desta forma, a corda ficaria unida para servir a parte que ganhasse, qualquer que ela fosse: a Razão ou o Coração.

Friday, May 25, 2007

Somos animais de costumes recorrentes

Não sei se sei o que diz esta frase mas, tendo em conta os últimos acontecimentos, cheguei a esta conclusão: acabo sempre por repetir os mesmos erros.

http://www.youtube.com/watch?v=uPgWFj-ZqIE


First of all must go
Your scent upon my pillow
And then I'll say goodbye
To your whispers in my dreams
And then our lips will part
In my mind and in my heart
Cause your kiss
Went deeper than my skin

Piece by piece
Is how I'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time

First of all must fly
My dreams of you and I
There's no point in holding on to those
And then our ties will break
For your and my own sake
Just remember
This is what you chose

Piece by piece
Is how I'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time

I'll shed like skin
Our memories of lazy days
And fade away the shadow of your face

Piece by piece
Is how I'll let go of you
Kiss by kiss
Will leave my mind one at a time
One at a time
One at a time
One at a time

Tuesday, May 22, 2007

A Física

A Física foi sempre o meu calcanhar de Aquiles.
Já a Matemática, e apesar de ter uma tendência para as Letras , era uma espécie de aliada em muitas coisas do meu dia-a-dia e, por isso, dei-lhe sempre especial atenção. Gostei muito da Matemática que tive a oportunidade de estudar. Acredito mesmo que continuaria a gostar caso avançasse no seu estudo.
Hoje, passados tantos anos, estou a enfrentar o meu "calcanhar".
Termos e conceitos como Pressão (atmosférica, hidroestática, absoluta), Densidade, Lei de Arquimedes, Lei de Boyle, etc, etc, etc, estão a reentrar no meu vocabulário e a adquirir espaço na minha vida prática.
Por outro lado, para quem a atmosfera foi sempre esta coisa do ar que nos invade as narinas, que rodeia o nosso planeta, que é agredida/poluída constantemente, ... bla, bla, bla, vê-se agora a braços com uma outra atmosfera (atm) ou muitas, com um bar ou muitos, mas não daqueles onde entramos e nos sentamos para tomar qualquer coisa, enfim, uma série de novas palavras, novas experiências que, nos próximos tempos me vão ocupar e dar alguma boa disposição, espero.
Espero também poder levar a bom porto este barco que me propus pilotar.
A seu tempo darei notícias.

Friday, May 18, 2007

Já não há paciência!

Sem querer fazer juízos de valor, acho que já chega deste jornalismo barato, usurpador da inteligência minha e dos outros portugueses que, sem muitas alternativas, diariamente são massacrados com o caso Madeleine ( já não tenho a certeza quanto à grafia do nome, porque os meus neurónios devem, também eles, estar fartos).
A acrescentar a esta invasão noticiosa, vêm os colunáveis e poderosos chamar a si a atenção do mundo, oferecendo chorudas recompensas por informações sobre a pequena.
Como criança que é, esta tem todos os direitos e merece do todos o máximo que se puder fazer para ser encontrada mas, nem ela nem nenhuma outra deve ser usada para promoção seja de quem for.
Além disso, no mesmo "cárcere" estão milhares de crianças por toda a Europa, Ásia, África e, que eu tenha conhecimento, ainda não houve uma onda gigante de oferendas pelos mesmos, para proporcionar meios às organizações que, no terreno, lutam com muitas dificuldades para encontrar, recuperar e evitar que estes casos aconteçam.
Para além do raptor, há muita gente a usar a Madeleine.
Chega!

Monday, May 14, 2007

Sem força

Escrever tornou-se uma necessidade nos últimos meses mas, depois, foi fugindo, fugindo, ... até à completa apatia.
Muitas outras coisas na minha vida se tornaram causadoras de "apatias" constantes, desinteresses frequentes, como se já nada no mundo me dissesse alguma coisa, como se eu, aqui presente há tantos anos, já não fizesse parte deste espaço, deste tempo, deste grupo de seres que me rodeiam e que comigo convivem, diariamente, mas que passam sem dar por mim.
Estou, por assim dizer, sem força, sem vontade.
Que se terá passado?
Perdi-as ou roubaram-mas?